TALK TO A REPRESENTATIVE
Geo Análise

Geoimovel Report #16

22/12/2023
Geo Análise

Geoimovel Report #16

22/12/2023

Mercado Imobiliário projeta crescimento para 2024

O mercado imobiliário brasileiro deve manter-se estável ou apresentar um pequeno crescimento em 2024, em relação a 2023 Essa tendência é esperada tanto para São Paulo, um foco principal de lançamentos e vendas, quanto para o mercado nacional, conforme relatado pelo economista-chefe do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Celso Petrucci, em reportagem do Estado de S. Paulo.

A estabilidade econômica do Brasil é um fator contribuinte para essa expectativa, caracterizada por juros em queda, inflação controlada, baixo desemprego e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Estes fatores são considerados favoráveis para as vendas de moradias. Além disso, as novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) estão impulsionando o segmento de habitação popular, esperado para liderar os lançamentos no próximo ano.

O cenário nacional também reflete um otimismo cauteloso. Renato Corrêa, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em entrevista recente, expressou expectativas positivas para 2024, salvo a ocorrência de eventos imprevistos. O aumento da confiança dos empresários, impulsionado pela retomada de projetos devido aos incentivos do MCMV, é um indicador positivo.

Em suma, as expectativas para o mercado imobiliário em 2024 são moderadamente otimistas, com um cenário econômico favorável e medidas governamentais de apoio, especialmente no segmento popular, apesar dos desafios no segmento de médio e alto padrão.

https://www.brasil247.com/economia/mercado-imobiliario-projeta-crescimento-em-2024-qn7b4w8f

Belo Horizonte e Nova Lima cresce 14% em 2023

Os mercados imobiliários em Belo Horizonte e Nova Lima, na Região Metropolitana, apresentaram crescimento de 14% entre janeiro e setembro de 2023. Segundo dados divulgados pelo Sinduscon, na última terça-feira (19/12).

Pelo terceiro ano consecutivo, BH e Nova Lima venderam mais de 4000 unidades no período de janeiro a outubro. Foram comercializadas ao todo 4.652 imóveis. Aumento de 18% nas unidades lançadas e de 12% no número de empreendimentos lançados.

Quanto aos tipos de imóveis, em Belo Horizonte e Nova Lima os destaques nas vendas são para os apartamentos de luxo, com o valor entre R$1,5 mi e R$3 mi. Foi registrado um aumento de mais de 320% em 2023 quando comparado com o ano anterior. Outro destaque são os imóveis de padrão especial, como os lofts, studios, apartamentos com um quarto, que tiveram uma variação de 440% em comparação ao ano passado.

No recorte por regionais da capital mineira, os destaques são para as Regiões Centro-Sul e Oeste foram as que mais unidades venderam e mais imóveis foram lançados.

Diante desses resultados apresentados pelo Sindicato, os fatores positivos que animam o mercado para 2024 e podem ser destacados são a continuidade da redução da taxa básica de juros, a Selic; o novo ciclo de crescimento do setor em função das novas condições do programa Minha Casa Minha Vida e a expectativa de um número maior de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

https://www.em.com.br/economia/2023/12/6673386-mercado-imobiliario-cresce-14-em-bh-e-nova-lima.html

Maceió é a grande surpresa do mercado imobiliário

Nas últimas semanas, Maceió vem sendo notícia nacional pela tragédia causada pela empresa Braskem, onde está afundando parte da cidade, desde 2018 até o momento 14 mil imóveis precisaram ser evacuados, afetando cerca de 60 mil pessoas.

Apesar dessa triste tragédia, Maceió foi a campeã de valorização em 2023, segundo o índice FipeZap. A cidade registrou 15% na alta dos preços de casas, apartamentos e comerciais. Atualmente o preço do metro quadrado está em média R$8.200,00. Para investir em um dos bairros mais valorizados da cidade, Pajussara, é necessário desembolsar um valor maior que o da média da cidade, sendo em torno de R$10.000,00.  

Ainda no ranking divulgado pelo DataZap, Rio de Janeiro foi a cidade que teve a menor valorização no decorrer do ano, com apenas 1,48% de aumento registrado, certamente sendo um reflexo da violência urbana que vem afetando a capital fluminense, afastando investimento na cidade em todos os campos, principalmente na compra e venda de imóveis.

https://veja.abril.com.br/coluna/real-estate/a-capital-recordista-do-ano-em-valorizacao-imobiliaria/

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