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Geo Análise
Geoimovel Report #19
19/01/2024
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19/01/2024

Inflação, PIB e Impacto da Selic no Mercado

A projeção para a inflação de 2024 sofreu queda nesta semana, juntamente com uma estagnação na estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o relatório “Focus” do Banco Central divulgado na última segunda-feira (15).

Dados indicam que a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano foi reduzida para 3,87%, uma queda em relação aos 3,90% da semana anterior. Em contrapartida, a previsão para a inflação de 2025 manteve-se estável em 3,50% ao longo das últimas 25 semanas. A mesma consistência se observa para o ano de 2026, mantendo-se em 3,50% nas últimas 28 publicações do “Boletim Focus”.

Considerando os preços administrados dentro do IPCA para 2024, a estimativa teve um leve declínio de 4,30% para 4,29%. Os anos seguintes, 2025 e 2026, seguiram a tendência, com quedas de 4,0% para 3,99% e 3,53% para 3,50%, respectivamente.

Já a projeção para a taxa Selic se manteve estável em todas as prévias da pesquisa. A estimativa para 2024 ficou inalterada em 9,00%. Já para 2025, a expectativa se manteve em 8,50% e, para 2026, permaneceu em 8,50% por 24 semanas consecutivas.

Especialistas concluem que o resultado primário em 2024 tende continuar a ser de -0,80% do PIB. De igual forma, a previsão para 2025 caiu para -0,66%, em comparação aos -0,60% anteriores. Enquanto isso, manteve-se a projeção para 2026, com um déficit de -0,50% do PIB.

https://bmcnews.com.br/2024/01/16/inflacao-pib-e-impacto-da-selic-no-mercado-resumo-do-boletim-focus/

O cenário otimista para o mercado imobiliário em 2024

2024 mal começou, mas já é possível observar algumas tendências para o restante do ano no mercado imobiliário. Uma delas é que o mercado no Brasil vai seguir com valores mais altos, dando continuidade ao ciclo de aumento dos preços dos imóveis. Os valores subiram mais de 5% em 2023 em relação ao ano anterior, de acordo com o índice Fipe/ZAP publicado no último dia 9. 

Mesmo com um custo mais alto dos imóveis, o mercado deve se manter aquecido. Isso porque não é apenas o preço o fator decisivo para a compra de um imóvel. Outros fatores contribuem na hora da tomada dessa decisão, seja para uso próprio ou investimento.

Um desses fatores é a gradativa queda das taxas de juros do crédito imobiliário. Mesmo com reduções tímidas, o movimento indica um breve futuro de facilidade para adquirir o imóvel, já que financiar o pagamento por meio do banco é, muitas vezes, a única possibilidade de realizar o sonho da casa própria de muitos brasileiros. 

Outro fator que contribui para a continuidade do aquecimento do mercado imobiliário é a confiança no governo. Ainda que muitos mantenham críticas às políticas econômicas, a passagem do marco de um ano do novo governo estabiliza os ânimos do mercado. 

O governo reservou 13.7 bilhões na proposta de orçamento deste ano para o programa habitacional Minha Casa Minha Vida. O valor representa uma alta de 41.1% em relação ao ano passado. Todo esse investimento público, a busca por moradia e também os novos regramentos urbanos dos municípios contribuem para o crescimento da oferta residencial. 

https://veja.abril.com.br/coluna/real-estate/o-cenario-otimista-para-o-mercado-imobiliario-em-2024

Cuiabá movimenta mais de R$ 4,2 bilhões no mercado imobiliário em 2023

Mais de R$4,2 bilhões foram movimentados no mercado imobiliário de Cuiabá em todo o ano de 2023. O levantamento é do Secovi-MT e divulgado pela Fecomércio-MT.

De acordo com o levantamento,o montante é 1,49% superior ao registrado no ano anterior. No entanto, foi observado um recuo de 14,02% no número de unidades comercializadas no período, chegando a 9.218 imóveis em 2023.

Apesar da redução observada na pesquisa, o valor total transacionado se aproxima da máxima histórica de 2021, quando foi registrado uma circulação no setor de mais de R$4,3 bilhões. Já o número de unidades comercializadas segue em queda pelo segundo ano consecutivo, quando em 2021 atingiu o recorde de vendas, com quase 12 mil imóveis.

O presidente do Secovi-MT, Marco Pessoz, que também responde pela vice-presidência da Fecomércio-MT, ressalta, inclusive, que foi observado um aumento significativo no valor total de vendas de imóveis entre o 4º trimestre de 2022 com o mesmo período de 2023.

Ele diz que o último trimestre do ano passado apresentou um sinal de recuperação, com um notável aumento transacionado, passando de R$895.9 mi em 2022 para R$1,1 bilhão em 2023, um crescimento de aproximadamente 23%.

https://primeirapagina.com.br/economia/cuiaba-movimenta-mais-de-r-42-bilhoes-no-mercado-imobiliario/

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